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Best Musics For: Easy-Listening

Hoje vou começar uma nova seção (again), o "Best Musics For", onde vou fazer pra voocês uma seleção de minhas músicas preferidas para cada situação e esse post vai ser sobre Easy-Listening, que é um tipo orquestrado de música que surgiu no anos 50, tambem conhecida como "lounge music", e vista pelos criticos como estritamente comercial e de facil acesso sem necessidade de um vasto conhecimento musical para ser apreciada, dai a denominação "easy listening", que pode ser traduzido como audição facil, porém easy-listening pode ser bem coplicada deste que mantenha seu aspecto de facil acesso ao grande publico. Esse é aquele tipo de musica que voce procura quando quer somente deitar, ligar o radio e ser feliz, porem pode ser escutada em outras situações se for bem selecionada, of course, é um tipo de musica realmente dificil de se trabalhar pois se nao for bem produzida acaba caindo na lista infindavel de discos que voce escuta inteiro pensando que é a mesma musica.La vai minha trilha sonora do meu momento Zen:

*A ordem das músicas não significa nada, nao quer dizer que eu acho a número um melhor que a número dez, por exemplo.Coloquei na ordem que ia lembrando.

1- Devandra Banhart feat. Cibelle - London, London.: Adoro essa música, adorava com caetano, adorava com RPM e adorei mais ainda com o Devandra que eu adimiro muito e a Cibelle, que tem uma das mais belas vozes que eu ja ouvi.



2- Tie - Aula de Françês.: Essa música é simplemente divertidissima essa , nada de monotonia, impossivel não se apaixonar, as musicas da Tie são deliciosas de se ouvir.



3- Carla Bruni - Quelqu'un m'a dit.:Carla Bruni ja é um grande nome na Easy-listening, e uma artista incrivel, criativa e provocante mas tudo isso sem perder a elegancia. Afinal quem nao quer um anjo de olhos azuis cantando susurado e fazendo biquino no ouvido? Se ela fosse homem, eu catava!



4- Chairlift - Bruises.: Eles não são exatamente easy-listening, o CD "Does You Inspire You?" é mais indie rock psicodelico bem no estilo brookly's new age, oque é simplemente apaixonante, adoro eles e adoro essa musica.



5- Corrine Bailey Rae - Like a Star.: Bom, a Corrine tem uma voz linda e uma criatividade imensa, disso todos sabemos. Sendo considerada uma das ultimas grandes descobertas da musica britanica, ele literalmente canta e encanta nessa musica e em todas as outras do disco "Put Your Records On".



6- Norah Jones - Not too late.:Adoro esse jazz com pitadas de soul/folk que Norah Jones faz. Talento, uma voz incrivel, letras lindas, criatividade inesgotavel e uma carinha de "cuide de mim, eu sou inocente", pode ter certeza, é a combinacao perfeita para o sucesso.


7- Caroline Clement - Indecise.: Mais uma cria da Era Carla Bruni da musica Francofona, ela é realmente incrivel, uma versão farncesa da Cat Power, simplemete impossivel ressistir.



8- Céu - Malemolencia.: Céu chegou e logo de cara ja conquistou centenas de fans aqui e no exterior, não se pode dizer que é ar fresco a musica brasileira, mas foi um percusora desse efeito de "surgimento" de cantoras-compositoras morenas, com cachos no pais interiro, mas não se pode dizer tambem que ela é mais do mesmo, por que ela surpreende.



9- Marisa Monte - Infinito Particular.:Eu viajo nessa musica, a letra e a voz dela são tão envolventes que não tem como resistir e nao ficar dando replay e replay até seu pc travar.



10- Ana Cañas - Para todas as coisas.: Essa musica, é de uma maneira bem pessoal, porem não muito original uma homenagem a nossa amiga aqui em cima, sim, Marisa inspirou Ana para esa musica. Acho que Ana Cañas é o nome do momento falando de MPB, Jazz e Rock brasileiro, ele faz uma mistura de estilos de um jeito que so ela consegue, para min ela ainda vai ser Grande, tanto quanto Marisa Monte, Ana Carolina e outras artista de grande competencia da nossa geração.



11- Regina Spektor - Ode to Divorce.: Decididamente uma das artistas dessa geração que mais me fascina, ela tem uma voz unica e é uma instrumentista abilidossisima, sendo considera supedotada com o piano. Letras inteligentes, sarcasticas, metaforicas e envolventes, não ha coisa melhor.

"Grace / Wasteland" (Peter Doherty): Quando um "R" faz diferença

Em suas bandas Libertines e Babyshambles, o cantor que ora está lançando o seu primeiro álbum solo assinava Pete Doherty. Agora, no lançamento de "Grace / Wastelands", ele resolveu colocar o "R" no Pete e assinar Peter Doherty. Talvez isso seja a prova de que Pete(r) Doherty deseje ser visto como um artista mais maduro. E no que depender da sonoridade desse seu primeiro álbum solo, Pete nem precisava ter acrescentado o "R" ao seu nome. Em "Grace / Wastelands" é possível notar, facilmente, o crescimento do artista.

Gravado no ano passado no Olympic Studios, em Londres, "Grace / Wastelands" é um álbum bem diferente de qualquer outro do Libertines e do Babyshambles. Não que isso seja uma boa notícia. Mas, de qualquer forma, é digna de registro. Nesse novo álbum, Peter Doherty esqueceu (um pouco) o seu lado doidão de garoto junkie e gravou canções mais adultas.

Para ser bem direto, "Grace / Wastelands" é um disco basicamente acústico, com melodias muito bem elaboradas e letras confessionais e românticas. Ou seja, esqueça, o (punk-)rock que fez a fama do Libertines. Nesse disco solo, Doherty está mais preocupado em mostrar o seu lado mais intimista, o que é bom por um lado, mas ruim por outro.

Bom porque em "Grace / Wastelands", podemos presenciar um artista mais maduro, com canções mais bem trabalhadas e distante de um ranço juvenil que sempre foi a tônica de sua obra. Mas isso é ruim também porque, apesar do tal ranço juvenil, o Libertines produziu algumas das canções mais deliciosas dessa década.

Para não dizer que esse disco de estreia de Doherty não tem nada do Libertines, a faixa "A Little Death Around the Eyes" foi composta ao lado de seu antigo parceiro Carl Barat. Mas, mesmo assim, a canção, lenta e cheia de climas, em pouco tem a ver com as músicas da antiga banda. E é exatamente essa sonoridade climática e soturna que permeia "Grace / Wastelands". "Broken Love Song", que tem uma sonoridade variável, com contornos épicos, é um outro exemplo de como o álbum de estreia de Doherty é bem menos assimilável (e isso não é uma crítica) do que os seus trabalhos anteriores.

A acústica "I Am The Rain", com direito a coro (com um quê de The Kinks), é outra faixa que o ouvinte pode, pelo menos na primeira ouvida, estranhar. Na bem-humorada "Sweet By And By", Peter Doherty vai além ao misturar trombone e trompete, deixando a canção com um clima jazzy de musical norte-americano dos anos 30. A balada "Sheepskin Tearaway", por sua vez, resvala no folk, e ganha doçura com os ótimos vocais de apoio de Dot Allison. A retrô "1939 Returning" segue a mesma receita, apesar de ter ganhado cordas em seu arranjo, o que a deixou mais classuda (mas nem por isso melhor do que a anterior). Uma curiosidade é que, a princípio, Amy Winehouse dividiria os microfones com Doherty nessa canção.

Além de Dot Allison, Doherty recebeu pelo menos mais um ilustre convidado em "Grace / Wastelands". Trata-se do guitarrista Graham Coxon, integrante do Blur, e que empresta o seu talento a todas as faixas do álbum, com exceção de "Broken Love Song". E essa guitarra chega a fazer a diferença em canções como "New Love Growns On Tree", que tem uma das melhores letras do CD. No primeiro single do álbum, a ótima "Last Of The English Roses", Doherty chega até a incorporar elementos eletrônicos em sua música.

Sob um olhar em perspectiva, em "Grace / Wastelands", Peter Doherty deu um passo certeiro em sua carreira. Apesar de ter perdido um pouco a graça do Libertines ou do Babyshambles, nesse novo álbum, Doherty mostra que é um compositor de verdade, que pode ir (muito) além do rock básico. Só resta saber para qual lado ele vai oscilar em seus próximos trabalhos. Pete ou Peter?

Cotação: ***1/2
***** Otimo
**** Muito Bom
*** Bom
** Regular
* Ruim
Abaixo, segue o videoclipe de "Last Of The English Roses":

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"Preliminaires" (Iggy Pop) : Ele não quer mais ser seu cachorro


Quem está acostumado a ver Iggy Pop à frente do Stooges, berrando "Search And Destroy" ou "I Wanna Be Your Dog", vai tomar um choque quando tiver o primeiro contato com "Preliminaires". Não, o novo álbum de Iggy Pop não é ruim e está muito longe de sê-lo. Mas que ele é estranho, ah, isso é. A não ser que você possa achar comum o fato de um dos maiores doidões da história do rock gravar uma canção de Tom Jobim, além de iniciar o álbum recitando um texto em francês, sob uma sonoridade capaz de deixar qualquer punk com o cabelo mais arrepiado.

A introdução de "Preliminaires" com "Les Feuilles Mortes" não é por acaso. Antes de lançar o álbum, Iggy Pop postou um texto em seu site oficial, explicando que as letras das músicas seriam baseadas no livro "A Possibilidade de Uma Ilha", do escritor francês Michel Houellebecq. Ele disse que esse seu novo interesse começou quando foi convidado para escrever uma música para um documentário em homenagem ao escritor.

Além da tal inspiração, Pop explicou que decidiu gravar um álbum conceitual, porque estava cansado de ouvir bandas com guitarras. "É um álbum mais calmo, com textura jazzística. O motivo pelo qual o gravei é que estou um pouco cansado de ouvir músicas idiotas cheias de guitarras e barulho. E eu comecei a ouvir muita coisa do jazz de Nova Orleans, como Louis Armstrong e Jelly Roll Morton", afirmou.

De fato, uma sonoridade bem diferente permeia "Preliminaires" de cabo a rabo, embora ela não possa ser chamada, de forma simplista, de jazzística. Na verdade, "Preliminaires" lembra bastante os álbuns de Leonard Cohen - "Spanish Coast" é um belo exemplo. Ou então, a trilha sonora de algum filme de Quentin Tarantino... Ah, e ainda tem uma faixa, a fanfarronesca "King Of The Dogs", que, segundo Pop, foi composta para mostrar "o quanto é legal ser um cachorro". Bem que um dia, ele queria ser o seu cachorro, se lembra?

Já "How Insensitive", versão em inglês para "Insensatez" (de Tom Jobim e Vinícius de Moraes), chega a ser curiosa por motivos óbvios. "He's Dead / She's Alive" possui uma textura folk, e "Party Time" escorrega para a eletrônica, com ecos de... Kraftwerk!

Mas não pense que o velho rock n' roll não está presente em "Preliminaries". Tudo bem, está pouco presente, é verdade. Mas em canções como "She's a Business" e "Nice To Be Dead" ainda é possível ouvir porque Iggy Pop é um dos grandes nomes da história do rock. E porque "Preliminaires", apesar de tanta novidade, ainda pode ser considerado um bom álbum de... rock!

Cotação: ***1/2

Abaixo, a curiosa versão por Iggy Pop, de "How Insensitive":

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The Doors, as portas eternas do mundo do Rock

M
Eu não poderia deixar passar em vão o show do Riders on Storm aqui no Braszil, o quê não deveria passar de mais uma banda de covers do The Doors mas devido a presença dos remanescentes tecladista e Guitarrista do The Doors, Ray Manzarek e Robby Krieger respectivamente, na banda. Mas é claro que o assunto principal sera The Doors, o show foi apenas uma disculpa para poder falar deles, para comemorar vou fazer um especial sobre eles, discutiremos a trajetoria da banda e também cada disco lançado antes da morte Jim Morrinson.
Sexo, orte, decadência, carisma e uma variante unica do eletric blues deram ao The Door uma aura de profundidade, que não só sobrevive, mas tambem cresceu muito nas últimas décadas, apos a morte de Jim Morrinson.
As letras de Morrinso eram vistas como o retrato dda juventude, porem, com um aliberação sexual. Com o teclado flamejante de Ray Manzarek e a guitarra incomparavel de Robby Krieger, eles tornaram as invocações mais sinistras, poderosas e quase xamanísticas, o que sugeria uma familiaridade com as forças ocultas, e, no caso de Morrinson, uma obsessão pelo excesso e pela morte.
Sua formação ocorreu ao acaso, dois estudantes da escola Cinematográfica UCLA, Jim Morrinson e Ray Manzarek, em Venice Beach, California, em julho de 1965. Morrinson disse a Manzarek que estava escrevendo algumas musicas, e esse o fez cantar "Moonlight Drive", Manzarek logo o convidou para formar uma banda. Mais tarde, atravez de deu irmão Rick, Manzarek conheçeu John Densmore, que conhecia Robby Kriegger, logo eles ingressram na banda e assim se formou umas das bandas mais incriveis que o mundo ja viu.

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Unica, Exagerada, Verdadeira : Janis Joplin (Biografia e Discografia Completa)


Janis Joplin foi considerada a principal cantora branca de blues dos anos 60, e certamente uma das maiores estrelas daquela época. Mesmo antes de sua morte, a forte imagem de mãe do blues só serviu para camuflar sua vulnerabilidade.

A publicidade, qu
e trouxe à tona sua vida sexual e seus problemas com álcool e drogas, conseguiu torná-la, de certa forma, uma lenda.


Recentemente, tentou-se resgatar a história da vida e trabalho dela num contexto feminista, apresentando resultados variados. Em relação à causa da morte de Janis Joplin e de seus contemporâneos (Hendrix, Jim Morrison e outros), talvez a dela seja a menos conhecida entre o público jovem.

Janis Joplin nasceu numa sólida família de classe média, em 19 de janeiro de 1943. Ela sempre foi uma jovem muito solitária, que logo tomou gosto pelo blues e o folk music, retratando isso em pinturas e poesias. Aos 17 anos, ela saiu de casa e começou a cantar em bares de Houston e Austin, no Texas, para juntar dinheiro e ir para a Califórnia. Em 1965, ela já estava cantando blues e folk em bares de San Francisco e Venice, na Califórnia, nesse período, ela tinha perdido seus colegas e estava desempregada. Janis voltou para Austin em 1966, para cantar numa banda Country, mas, em poucos meses um amigo dela, o empresário da Chet Helms, apresentou-a a uma outra banda de San Francisco, a Big Brother, que estava precisando de uma cantora.

Então, ela voltou à Califórnia e juntou-se à essa nova banda. Janis Joplin e Big Brother deram um show em 1967, no Monterey Pop Festival; então Albert Grossman se propôs a empresariá-los. Janis Joplin começou a tornar-se uma superstar.

Após um grande sucesso do primeiro LP com os Big Brothers, a gravadora Columbia Records assinou um contrato, e, o álbum Cheap Thrills, com o single "Price of My Heart" (#12, 1968), conquistou o disco de ouro. Passado um ano, Joplin começou a se ofuscar na banda, então ela resolveu deixar os Big Brother (mesmo tendo participado de algumas faixas do álbum Be a Brother, de 1971), para seguir sua carreira com o guitarrista Sam Andrew, formando a banda Kozmic Blues.

Joplin viajava constantemente e sempre participava de programas de televisão como convidada de apresentadores, como Dick Cavett, Tom Jones e Ed Sullivan.

Janis Joplin esteve no Brasil em fevereiro de 1970, na tentativa de se livrar do vício da heroína. Durante a sua estada, fez topless em Copacabana, bebeu muito, cantou em um bordel foi expulsa do Hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina e quase foi presa, pelas suas atitudes na praia, consideradas "fora do normal".

Como era época de Carnaval, tentou participar de um desfile de escola de samba, porém teve acesso negado por um segurança que desconfiou de sua vestimenta hippie. Especula-se que, antes de voltar para os Estados Unidos, teve uma breve relação amorosa com o roqueiro brasileiro Serguei.

Finalmente, o LP Kosmic Blues foi lançado, com várias faixas de blues-rock, assim como "Try (Just a Little Bit Harder)". Durante este período, Joplin começou a se envolver demais com álcool e drogas, tornando-se uma viciada em heroína. Sua vida parecia estar seguindo o rumo certo, com a gravação de Pearl.

Ela resolveu se casar e estava entusiasmada com a banda Full Tilt Boogie, que ela tinha formado para produzir o álbum Pearl (Pearl era o apelido de Joplin). Em 4 de outubro de 1970, o corpo de Janis Joplin foi encontrado num quarto do Hotel Landmark, em Hollywood, com picadas de agulha recentes, no braço.

A causa de sua morte foi dada como overdose acidental de heroína. O LP póstumo Pearl (#1,1971) homenageou-a com a canção "Me and Bobby McGee" de seu amado Kris Kristofferson, e foi lançado com a faixa "Buried Alive in the Blues" sem o vocal de Joplin, que morreu antes de fazê-lo. Várias coletâneas póstumas foram lançadas, assim como o documentário Janis, de 1974.

O filme The Rose, de 1979, estrelado por Bette Midler, foi um relato levemente disfarçado da carreira de Janis Joplin. Ela também tem sido tema de várias biografias, incluindo Love, Janis, escrita por sua psicoterapeuta e irmã Laura.

"Posso não durar tanto quanto as outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã." - Janis Lyn Joplin

Discografia:

Segue a discografia para download : (esses links não foram upados por min, foram pegos na net, não tenho nehuma responsabilidade dobre eles, e somente servem para divulgação, se você gostar, por favor, adquira o CD original)


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Doce Mutante

Ainda não consegui encontrar o azedume de Ana Cañas. Pelo contrario, a doçura vicejante de sua musica cola na boca e não larga tão cedo. Dona de uma voz rouca e delicada, surrada, mas com presença, a cantora consegue encantar ao mais fino ouvinte. A receita de sua musica não é tão fácil de ser explicada, mas pode ser resumida em uma mistura de MPB, jazz e pop rock, pitadinhas de Ella Fitzgerald e Diana Krall para voz e uma leve pincelada á la Amy Winehouse, uma das personalidades favoritas da cantora.

Se você ficou com água na boca para conferir a mais promissora artista da musica popular brasileira, que parece ter saído de um filme de Tim Burton e morra na região de campinas pode ficar feliz, pois a cantora estará se apresentando na Conexão Cultural promovida pelo Shopping Parque Dom Pedro nesta terça feira dia quatorze ás 19h30min. A entrada é franca.

Ana não pensava em ser cantora. Na verdade ela é formada em artes cênicas pela USP (Universidade de São Paulo), mas nunca se achou boa atriz, mas um dia surgiu a oportunidade de fazer parte de um musical sobre a vida de uma grande cantora da musica brasileira, Elis Regina. ”Putz, musical? Se eu não tinha jeito como atriz, imagina cantar e interpretar? Foi o que pensei na época. Mas, como eu estava mais dura do que coco na praia, precisava pagar o aluguel e já tinha trabalhado até de garçonete, acabei aceitando”, lembra a cantora, em entrevista com o jornal TodoDia.

E assim Ana Cañas se apaixonou pelo jazz, a partir dai comprou vários discos de Ella Fitzgerald que se tornou sua grande diva, e assim iniciou sua promissora carreira de cantora na noite agitada dos bares de São Paulo. Assim ela construiu seu estilo musical, na noite de São Paulo, onde canta MPB, musica popular francesa e é claro, muito jazz. Logo foi elogiada por grandes artistas, como Caetano Veloso, Chico Buarque, Seu Jorge e Toquinho, grandes admiradores de Jazz, que batem ponto no Baretto, barinho do luxuoso hotel Fasano, em São Paulo, onde ela cantava há 2 anos.

Logo ela tomou gosto pela vida de cantora, o que a encorajou a gravar “Amor e Caos”, seu disco de estréia. ”Foi aí que me bateu essa coisa de que eu precisava me mexer, sair do lugar comum, porque tem muitas intérpretes, mas poucas compositoras, Enfim, ralei muito para gravar esse disco. Fiz tudo sozinha”, completa ela, que nos 45 minutos do segundo tempo, recebeu o reforço da Sony, que não interferiu em sua liberdade criativa.

Amor e caos, possui sete canções de autoria da Ana com seus colaboradores, dando destaque á “A Ana”, canção autobiográfica e á “Devolve, moço”, suas canções possuem diversos temas, de amor a suicídio, a mesma diz que as vezes a mensagem não esta tão amostra nas canções, mas esta nas entrelinhas, o álbum ainda contem duas regravações: a maravilhosa “Rainy Day Women”, de Bob Dylan e “Coração Vagabundo”, de Caetano Veloso. Mas ela não para. Está em estúdio gravando seu segundo álbum, ainda sem nome. De acordo com ela, o novo trabalho terá parcerias com Arnaldo Antunes e Liminha, entre outros compositores. Já a sonoridade deve seguir, em partes, a mesma linha de “Amor e Caos”, mas com mais pegada de reggae e principalmente rock. “Eu tenho essa coisa de mutante, de misturar vários estilos, várias influências. Eu sou uma ‘metamorfose ambulante’, tanto que eu devo cantar essa musica em Campinas”, adianta.


Cultura no Shopping



Uma boa opção de programa familiar, o Conexão Cultural esta oferecendo á alguns anos ao publico de Campinas e região uma programação cultural, eclética. Com apresentações de cantores brasileiros, música clássica, dança e teatro. Em sete anos, levou ao shopping 58 espetáculos, sempre com entrada gratuita, marca registrada do evento. Para este ano, o set list inclui Arnaldo Antunes (11 de agosto), São Paulo Companhia de Dança (15 de setembro) e do Espetáculo Musical Infantil 913 de outubro).


P.S.: Se você se interessou pelo trabalho dela, acesse o sie oficial da cantora ou seu my space:

Site Oficial - My Space


Segue o seu cd de etreia " Amoe Caos" para download : (esses links não foram upados por min, foram pegos na net, não tenho nehuma responsabilidade dobre eles, e somente servem para divulgação, se você gostar, por favor, adquira o CD original)


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